De 17 a 23 de Março

Capa de Inês Murta.
Lê a entrevista

O que é que ainda não foi dito aqui sobre Lisboa? Que é a pedra branca da calçada, irregular, genuína e única? Que é a janela de um primeiro andar, vestida com um estendal de roupa? Que é o azul ou verde do Tejo, conforme o sol a beija? Que é a canela no pastel de nata, o bagaço no café, o fado na esquina, o cravo no manjerico?

Provavelmente, já tudo foi dito. Mas antes dito mais do que uma vez, do que o não dito vez nenhuma, porque nunca é demais dizer aquilo que nos vai na alma. E Lisboa é alma. É paixão, é vida, é luz! É o sangue que corre nas veias dos egrégios avós e dos bons filhos que a casa sempre tornam.

Sim, amamos Lisboa como amamos um dos nossos. É um amor imenso e que cresce à medida que vasculhamos mais um beco, uma rua, uma travessa. Um amor que pode ser visto e ouvido, mas, sobretudo, sentido. É primavera, o que é que querem? O amor anda no ar…!

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“Mais vale ser alegre do que triste”
Nicolau Breyner, 1940-2016