Diogo Ribeiro

Diogo Ribeiro nasceu no Entroncamento há 22 anos, mas é em Lisboa que é possível encontrá-lo de câmara fotográfica na mão. Fotógrafo Freelancer desde 2013, formou-se no Instituto Português de Fotografia e colabora com o Grupo Cofina Média (Correio da Manhã, Record, Jornal de Negócios). Em 2014 teve mesmo uma fotografia entre as melhores do ano do Correio da Manhã.

Apaixonado pela nossa Lisboa está sempre a fotografar ou a aprender mais sobre fotografia. Tivemos a sorte de o apanhar num dos raros momentos de pausa e pedimos-lhe uma imagem para a nossa capa. Se, como nós, o quiserem desafiar, contactem-nos via e-mail.

Explica-me lá a tua capa, mas não me faças um discurso!
A minha capa é a minha maneira de ver Lisboa. Esta cidade que tem tanta vida, tanta coisa para ser vista e por descobrir.

De onde vens, quem és e para onde vais (mesmo que não bebas Nicola)?
Venho do Entroncamento, uma pequena cidade do distrito de Santarém, sou o Diogo Ribeiro tenho 22 anos e sou fotógrafo, espero vir a conhecer muitos outros países e culturas por todo o mundo nunca deixando de lado o nosso “pequeno” Portugal sempre acompanhado da minha câmara.

O que te agrada mais fotogafar?
Fotojornalismo.

Qual foi a pior fotografia que já fizeste?
A pior fotografia que fiz, sinceramente, não me recordo, mas em todos os trabalhos há más fotografias e essas acabam sempre por ser as piores de cada trabalho. A pior fotografia foi, talvez, aquela em que não consegui mostrar o que queria ou a que não consegui fazer.

O que é que em Lisboa mais te inspira para uma fotografia?
A luz, a luz de Lisboa é incrível para se fotografar, é diferente de todos os sítios que já visitei, é realmente incrível.

Onde podemos encontrar mais do teu trabalho?
Podem encontrar mais do meu trabalho na minha página de Facebook e aqui.

Se pudesses resumir Lisboa numa imagem, qual é que seria?
Seria muito difícil resumir Lisboa numa fotografia, mas seria uma fotografia cheia de vida e luz.

Revela-me um percurso, um bairro ou uma história engraçada sobre a cidade.
Adoro a Mouraria e Alfama, as pessoas, os cantos e recantos, as ruas apertadas e a história destes dois bairros lisboetas.