Fernando Amaral

Fernando Amaral é Engenheiro Informático de profissão e fotógrafo por paixão e vontade de fazer boas imagens, como aquela que captou e nos cedeu para a capa desta semana. Fala-nos da sua Lisboa noturna que durava até altas horas da noite e do seu amor leonino que não o deixa ficar em casa.

Explica-me lá a tua capa, mas não me faças um discurso!
O Parque das Nações é uma das zonas mais modernas da cidade mas também um dos locais mais tranquilos para um passeio à beira do Tejo. Tem um ambiente especial, principalmente para quem viveu a Expo 98.

Quem és, de onde vens e para onde vais (mesmo que não bebas Nicola)?
Sou Engenheiro Informático de formação, webmarketeer por vocação e fotógrafo amador. Nasci em Lisboa mas vivi desde cedo em Cascais. Seja lá para onde for, normalmente passo pela A5.

O que te inspira a fotografar Lisboa?
Além de ser “nossa”, é considerada por muitos uma das cidades mais bonitas do mundo.

Se pudesses resumir Lisboa numa frase, qual seria?
Citando quem tem mais talento para essas coisas, “Cidade a ponto luz bordada”.

Releva-me um percurso, um bairro ou uma história engraçada sobre a cidade.
Durante muitos anos o meu percurso mais habitual em Lisboa era feito entre o Bairro Alto, Cais do Sodré e Lux. A noite preferida era a quinta-feira e terminava o percurso já na sexta de manhã, na Morais Soares, a comer uma bifana com queijo. Era engraçado ver a azáfama das pessoas a ir para o trabalho enquanto eu voltava para casa.

Sugere-me um destino paradisíaco dentro de Lisboa. Um de que ninguém mais saberá, mas que deixa de ser segredo a partir do momento em que o partilhes.
O meu destino paradisíaco dentro de Lisboa é o Estádio José Alvalade. Talvez não seja um segredo, mas eles por lá dizem “só eu sei porque não fico em casa”.